Seguro de bike pode custar desde R$ 700
Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO – Após um feriado é que é possível ter a absoluta certeza de como a cidade de São Paulo é cheia de automóveis. Como alternativa para fugir dos grandes congestionamentos, as bicicletas têm se tornado companheiras inseparáveis de alguns paulistanos, porém, elas também têm despertado o interesse dos ladrões.
Uma das opções para evitar transtornos é andar sempre acompanhado, de preferência em grupos. Porém, quem costuma ir para o trabalho de bicicleta, sabe que é difícil ter um grupo fixo, dependendo do horário e da localização. Por isso, fazer um seguro pode ser uma alternativa para preservar o bem e a integridade física do ciclista.
Os valores do seguro variam de 5% a 7% do valor de nota da bicicleta, sendo que em caso de sinistro, o valor da franquia é de 10% do valor do equipamento. Em alguns casos, existem valores mínimos para seguro e franquia, sendo R$ 700,00 e R$ 2 mil, respectivamente, independente do valor da bicicleta.
Perfil
Existem seguros para todos os tipos de ciclistas, desde aquele que usa a bicicleta para recreação, até os que praticam esportes. “Esse tipo de seguro é para todos que sentem necessidade de proteger seu patrimônio. E é um tipo de seguro que tem crescido, pois o brasileiro consome muitas bicicletas”, explica o sócio da Estar Corretora de Seguros, Luiz Fernando Giovannini.De acordo com Giovannini, geralmente os homens são os que mais procuram pelos seguros de bicicleta, tendo idade média de 27 anos.
Como os perfis dos ciclistas variam bastante, inclusive no que diz respeito ao valor da bicicleta, é possível encontrar seguros que se encaixem na necessidade do ciclista.
De acordo com Giovannini são seguradas bicicletas de, em média, R$ 8 mil, porém são aceitas bicicletas de todos os valores.
Já para os ciclistas que usam a bicicleta para praticar esportes, é possível encontrar seguros que se enquadram nesse perfil. “Faço seguros para bicicletas que custam a partir de R$ 5 mil. Temos 400 bicicletas seguradas e é possível encontrar atletas com bicicletas que custam de R$ 20 mil a R$ 30 mil”, explica o corretor de seguros da Kalassa Corretora de Seguros, Junior Anastácio.
Cobertura
Os seguros para bicicleta, de um modo geral, cobrem roubo/furto enquanto o ciclista pedala, enquanto transporta o equipamento e dentro da residência. Também é possível encontrar seguros que cobrem danos durante o transporte, desde que o equipamento esteja devidamente preso ao rack ou tule, usados para prender a bicicleta ao veículo.Troca de peças, que turbinam a bicicleta e valorizam o bem, também podem ser incluídas em alguns seguros, desde que o ciclista leve a bicicleta para ser vistoriada, apresentando as notas fiscais das peças modificadas.
Bicicletada Curitiba
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- No Mato Grosso do Sul, outra medida demagógica e sem efeito, sob o pretexto de educar para o trânsito. Vergonhoso: http://t.co/aQftDOmM 4 months ago
Bicicleta ajuda a diagnosticar doença
Um novo estudo indica que a habilidade de um paciente em andar de bicicleta pode ajudar os médicos a determinar se ele tem doença de Parkinson ou parkisonismo atípico, não importando as condições do terreno e da condução da bicicleta.
O parkisonismo atípico inclui distúbios bem parecidos com os da doença de Parkinson, mas as duas respondem diferentemente ao tratamento. Já era sabido que pacientes com parkisonismo atípico perdem a habilidade de andar de bicicleta prematuramente, enquanto portadores de Parkinson continuam pedalando bem. Mas o que não se sabia era que o “sintoma da bicicleta” era universalmente aplicável em toda a gama de variações ambientais de condução, em diferentes países.
No estudo, pesquisadores japoneses avaliaram a confiabilidade do “sintoma da bicicleta” em seu país de relevo acidentado e com estradas estreitas e repletas de carros. Descobriram que 88,9% dos japoneses com parkisonismo atípico pararam de pedalar nos primeiros anos da doença, comparados aos 9,8% dos pacientes com Parkinson.
Esse resultado foi comparado com os números da Holanda (país conhecido pelo grande número de ciclistas), onde 51,5% dos portadores de parkisonismo atípico pararam de pedalar nos primeiros anos da enfermidade. A diferença pode ser em função de que pedalar no Japão é muito mais difícil. O estudo foi publicado no holandês Journal of Parkinson’s Disease, último dia 6 de outubro. “Embora o costume de pedalar seja diferente de um país para outro, é possível que o “sintoma da bicicleta” possa contribuir para um diagnóstico de parkisonismo prematuro e diferenciado durante a primeira consulta. “Quando encontramos um paciente com parkisonismo sem um diagnóstico consolidado é simples apenas perguntar: ‘Você ainda consegue andar de bicicleta?’”, disse Hideto Miwa, do departamento de neurologia da Wakayama Medical University.
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“Bananada”: um tributo a Steve Jobs
Este clipe estava sendo produzido quando foi dada a notícia da morte de Steve Jobs. A má nova causou tristeza, mas deu mais ânimo para a postagem no YouTube, já que “Bananada” foi uma música totalmente concebida em um iPad2. Jobs se foi mas nos deixou mais perto de realizar muitos sonhos.
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ARTIGO – Menos preconceito, mais coragem
Erich Vallim Vicente – editor chefe do site A Tribuna
Os participantes da “Bicicletada”, sábado de manhã, desceram a rua Governador Pedro de Toledo – a principal via do comércio central e, portanto, de maior movimentação popular – para reivindicar “menos carro, mais bicicleta” no trânsito de Piracicaba. Saindo da Estação da Paulista até o Largo dos Pescadores, a cada cruzamento, incluindo a entrada da Ponte do Mirante com a avenida Armando de Salles Oliveira, a via era parada por, pelo menos uma virada do semáforo para levar esta mensagem à população. Causaram irritação a quem estava trabalhando naquele dia, sim, sem dúvida. Mas também receberam muito apoio até de quem estava sendo “atrapalhado” pela manifestação.
Organizada para marcar o início da I Semana de Mobilidade de Piracicaba – cujas atividades seguem até o próximo domingo, 25 –, a “Bicicletada” foi uma forma criativa para levar às ruas a discussão a respeito da mobilidade. Além do grito de guerra, típico de mobilizações, os manifestantes também entregaram rosas para alguns motoristas, demonstrando o objetivo de não estar ali simplesmente para brigar, mas, acima do que possa apenas parecer intrigas, demonstrar que há algo grave para ser resolvido no trânsito. Claro está, cada vez mais, que o modelo centrado no veículo motorizado, particular e cada vez mais individualizado, não é sustentável, e cria uma bolha de problemas sociais.
Durante a “Bicicletada”, ficou claro que alguns dos principais motivos sobre os quais é baseada a defesa em torno do carro – como, por exemplo, de que a topografia de Piracicaba impossibilita o uso da bicicleta – são não apenas mentirosos como têm pouca ressonância entre os adeptos desta alternativa. Para começar, o que mais causa medo não são as subidas e descidas, mas o ímpeto de condutores desleais e agressivos em não enxergar o ser humano como pilar de tudo aquilo que se move na malha viária.
A mensagem simplista “menos carro, mais bicicleta” talvez não traga muitas conclusões a respeito da problemática, mas indica que há um caminho que precisa ser percorrido, onde os paradigmas devem ser revistos e novas possibilidades precisam entrar na pauta de debates, na agenda pública, para que não sejamos todos julgados por omissão num futuro próximo. A bicicleta talvez não seja “a” solução, mas pode ser uma delas, assim como o transporte coletivo, o incentivo à carona, à caminhada ou, até, patins, skate, patinete etc. também podem funcionar. As soluções não são tão claras, de fato, mas elas precisam ser encontradas, delineadas, e, para isso, é necessário coragem.
Coragem, primeiro, em não tratar todas estas alternativas citadas como mero desejo de uma “meia dúzia de ativistas”, como é comum ouvir quando o assunto chega aos círculos políticos. E, desta forma, eliminar alguns preconceitos relacionados ao tema. Entendendo esta relevância, desenvolver políticas públicas e equipamentos eficazes para garantir outras formas de mobilidade, levando em consideração a característica urbana, a segurança do cidadão, como direitos e deveres de todos os condutores, sejam eles de veículos motorizados ou não.
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Capacete denuncia rachadura via fedor
De david Teeghman para o Discovery News
Pesquisadores alemães do Fraunhofer Institute for Mechanics of Materials desenvolveram um capacete que cheira mal quando apresenta rachaduras. É uma maneira de saber quando a vida útil do acessório está vencida. A chamada smelly technology, ou tecnologia fedorenta, deverá acabar com a dúvida.
Dentro do capacete haverá polímeros contendo minúsculas cápsulas. Se o capacete quebrar, as cápsulas abrirão e deixarão escapar um óleo mal-cheiroso. A idéia é que qundo você começar a sentir uma catinga mais fedorenta que a sua, depois de suar muito, notar que é hora de trocar de capacete.
Os pesquidadores dizem que a tecnologia fedorenta pode ir muito além dos capacetes de ciclistas. Poderá ajudar a detectar defeitos em tubulações que distribuem água ou gás, por exemplo.
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